terça-feira, 20 de setembro de 2011

CAFÉ


Ao despertar,
um corcel rubro
há de me levar,
numa ternura matinal,
versos a ousar...
Um café adoçado com sorriso
nos lábios a assanhar
o pouco juízo
nesse aroma madrigal.
Se pão de queijo
com beijo sublimar,
transcende desejos
e segredos de divã.
Para quebrar a rotina,
nas esquinas
da loucura com a razão,
amanhã de manhã,
vou pedir um café.

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