terça-feira, 1 de maio de 2012

SOLITUDE

Refém dessas paredes
Teus risos torturam,
A penumbra do abajur
Trai as lembranças.
O travesseiro conta histórias
De restos de beijos
Que insistem permanecer
E dos versos
Que anoiteceram
Sem albergue.
(Rose Tunala)

Um comentário:

  1. No Poetar beijos e paredes se realizam na soltura do ser!

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